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segunda-feira, 4 de maio de 2009
Mangá Shoujo e Oneshot: Reikai Bidan

Origem: CShoujo
Duração: 1 volume
Autor(a): Kayono
Gênero: Shoujo/Romance/Maduro
Site Tradutor: Anime Kawaii
Sinopse: [História 1] -Momoe odeia ter que ir para casa, por isso fica vagando pelas ruas à noite.Mas o que acontece quando ela conhece um homem chamado Chen So que está em uma missão especial?! [História 2] -Frustrada porque seu amigo Yuan não a olha como uma mulher, Ai vai para um clube norturno, e lá ela encontra o que procurava... [História 3] -Asuka com medo de se torna amante de um homem por qual não está apaixona, foge para Kyoto. Lá ela conhece um jovem estudante chamado Takuma, mas parece que para ele Asuka atrai apenas algumas lembranças... [História 4] -Por caua dos mals tratos de seu padrasto, Naoka vai parar no hospital, lá ela se apaixona por um demônio que vive devorando as almas de pessoas mortas.
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Capítulo 01
Capítulo 02
Capítulo 03
Capítulo 04 (final)
Josei: Qual a diferença de Josei e Shoujo?
Josei (女性, Josei?) que significa "mulher" em japones, é a definição dada aos mangas e animes normalmente voltados para o publico feminino adulto. No Japão, as revistas de histórias em quadrinhos (mangás) possuem vários estilos e gêneros, que depois são relançadas em coletâneas como os mangás lançados por aqui. Por isso, essas revistas são classificadas de acordo com o público-alvo. Assim revistas para meninas são chamadas de shōjo, para meninos são chamadas de shōnen, para mulheres são chamadas de Josei e para homens Seinen. Naturalmente, também existem revistas especializadas em determinados gêneros, como ficção cientifica, esportes, humor e até alguns fetiches sexuais, com historias voltadas para a o sadomasoquismo, por exemplo. Vale a pena lembrar que o que é considerado "maduro" para sociedade japonesa é bem diferente para nossa sociedade. Quadrinhos como Hokuto no Ken, que no japão foi lançado como infanto-juvenil recebem uma censura de 18 anos por conter cenas de nudez e violência. Apesar de até pouco tempo no Brasil tal material ser considerado como "censura-livre", devido ao crescimento da censura muitos mangás tem sido lançados com "recomendações" muito acima das dadas no Japão. Quadrinhos como Love Hina e Peach Girl, que no Japão são voltados para crianças de todas as idades receberem "recomendação para maiores de 16 anos".
O Josei é um amadurecimento do shōjo. As histórias são geralmente na vida e o cotidiano feminino, mostrados de forma mais realista, enquanto os mangás shōjo (voltado para meninas e adolescentes) apresentam, em especial, romances idealizados. O estilo do traço usado geralmente é mais sóbrio do que o do estilo shojo. Uma vertente crescente é a abordagem da homossexualidade (sendo chamado de yaoi, quando masculino e de yuri, quando feminino) nos ultimos anos, pois a cultura japonesa considera rômantico o amor proibído entre duas pessoas do mesmo sexo. Suas historias tendem a ser menos fantasiosas tanto o shōjo quanto o seinen, sendo que o uso de fantasia e ficção científica é raro nos Josei. Outra característica dos Josei é a liberdade para se criar as histórias, pois não existem restrições. Pode-se colocar cenas explícitas de sexo em histórias Josei sem que sejam consideradas pornográficas (Um tema corriqueiro nas histórias Josei é a abordagem da sexualidade). Também não existe a pressão para a criação de produtos como brinquedos e jogos de videogame, não que isso impeça quadrinhos Josei de terem desenhos animados de sucesso e suas linhas de brinquedos e jogos de videogame, de vez em quando.
Como a maioria dos Josei possuem características mais realistas, suas adaptações em geral são para jdrama em filmes, novelas e seriados de tv com atores reais, sendo muito poucos os Josei transpostos para anime. Ainda não existe uma entrada significativa de Joseis e Seinens no ocidente, sendo que muitos poucos foram lançados e a maioria dos títulos disponiveis são traduções feitas por fãs na internet como: Pet Shop of Horrors, Papa to Kiss in the Dark, Honey and Clover, Gokusen, Nodame Cantabile e Paradise Kiss
Lendas Japonesas: Compra das luvas
(No Japão há a crença que as raposas e os texugos enganam os humanos. Transformam-se em outras coisas ou outros animais e que sabem fazer magia para transformar coisas, especialmente folhas de árvore, em notas ou moedas. Há muitas histórias antigas relacionadas com raposas e texugos.)
Era uma vez, uma mãe raposa e o seu filho que moravam numa floresta. O Inverno já tinha chegado e fazia muito frio lá.
Uma manhã, quando o raposinho estava quase a sair da toca, de repente caiu gritando e voltou-se para a mãe tapando os olhos com as mãos.
- Mãe, ó minha mãe! Fui espetado nos olhos! Foram picados! Tem alguma coisa nos meus olhos! Tira!Tira!
A mãe do raposinho ficou surpreendida e preocupada, tirou as mãos do filho dos olhos e olhou para eles. Mas, não encontrou nada. Estranhou, saiu da toca e compreendeu o que é que tinha acontecido. Lá fora, havia tanta neve e tão
branquinha! Estava a brilhar aos raios do sol. Como o filho não sabia o que era neve, pensou que os seus olhos tinha sido picados pelo brilho. Mas foi simplesmente a forte luz a refletir na neve. A mãe explicou isto e o filho ficou aliviado.
Começou a brincar com a neve. Esta era macia e semelhante ao algodão. Quando ele corria, os flocos de neve espalharam-se e apareceu um arco-íris. A seguir, ele ouviu atrás um grande barulho "Bbzz..." e de repente ele ficou coberto de tanta neve como
se fosse farinha. Espantado, quase caiu mas fugiu para um lugar afastado.
- O que é isto?
Virou-se para trás mas não encontrou nada. Não sabia que era a neve que tinha caído da árvore. A neve continuava a cair ali. Parecia uma linha de seda branca.
Voltou, então, o raposinho para a toca.
- Ó mãe, as minhas mãos estão frias, muito frias!" - disse o raposinho e mostrou as suas mãos
vermelhas e molhadas à mãe.
- Coitadinho!
A mãe deu-lhe um sopro quente e cobriu-as
ligeiramente com as suas mãos quentes.
- Já te vais sentir bem. Depois de mexer na neve, as mãos ficam frias mas aquecem em pouco tempo. Não te preocupes!! - dizendo isto, pensou que era melhor comprar umas luvas para o filho. Não queria que as mãos dele tivessem frieiras e planeou ir às compras à cidade nessa noite.
A noite chegou e começou a cobrir o campo e a floresta, mas a neve estava tão branca que iluminava a floresta. A mãe e o filho saíram da toca mas ela estava com um bocadinho de receio. O filho escondeu-se debaixo da barriga da mãe e começaram a caminhar para a cidade.
O filho estava com muita curiosidade porque era a primeira vez que saía da floresta. Viram uma luz em frente ao longe.
- Ó mãe, está lá uma estrela! - disse o raposinho.
- Não é uma estrela...
A mãe parou com medo no caminho.
- É a luz da cidade.
Quando a viu, ela lembrou-se de uma má experiência. Há algum tempo atrás, ela tinha ido à cidade com uma amiga. Nesse dia, a amiga tentou roubar um pato de uma casa apesar dos pedidos da raposa para que não o fizesse. Um homem descobriu-as e tentou apanhá-las, gritando. A mãe raposa teve muito medo e decidiu que nunca mais ia à cidade.
- Mãe....? Em que é que estás a pensar? Vamos ali agora! - disse o raposinho debaixo da barriga da mãe.
Mas ela não conseguiu avançar com o medo. Então, decidiu mandar o filho sozinho à cidade.
- Ó amor, dá-me a tua mão - disse a mãe. Em seguida pegou numa mão do raposinho, e ela transformou-a numa mão humana de criança. O raposinho olhou estranhamente para ela, abriu-a, fechou-a e cheirou-a repetidas vezes.
- Ó mãe, é estranho. O que é isto? - e olhou outra vez para ela sob o brilho da neve.
- É uma mão de humano. Ouve, amor. Quando fores à cidade, vais encontrar muitas casas de humanos. Primeiro, procura a loja que tem uma placa com um desenho de chapéu. Bata a porta ligeiramente e diz a palavra de cumprimento "Boa noite.". Então, lá dentro está um humano que vai abrir um bocadinho a
porta. Enfia a tua mão de humano no espaço da porta entreaberta e diz que queres umas luvas que fiquem
bem na tua mão. Compreendeste? Não enfies a outra mão - disse a mãe com a cara séria.
- Porquê, mãe? - perguntou o filho.
- Porque os humanos não vão vender umas luvas quando eles souberem que o cliente é um raposo. Além disso, vão apanhar-te e pôr-te numa jaula. Os humanos são realmente muito perigosos e horríveis -
disse a mãe.
- Ah é?
- Nunca mostres a tua mão de raposo. É esta, olha, é esta mão de humano que tens de mostrar! - disse a
mãe dando-lhe 2 moedas de cobre brancas para a mão humana.
O raposinho começou sozinho a caminhar na neve através do campo para a luz da cidade. Apareceu uma luz, depois duas... três... quatro.... e pouco a pouco a luz aumentou e por fim contou dez.
O raposinho pensou que as luzes vermelhas, azuis e amarelas eram como as estrelas. Entrou na cidade, mas já era noite e todas as lojas já estavam fechadas. Só conseguia ver as luzes das janelas altas que refletiam na neve. O raposinho procurou a placa com o desenho de um chapéu e caminhou, caminhou, caminhou.
Havia várias placas tal como de uma bicicleta e de óculos. Algumas eram novas e outras antigas. Ele não compreendeu o que significavam estas placas, pois era a primeira vez que ia à cidade.
Finalmente, encontrou uma placa com o desenho de um chapéu. Era uma placa com uma cartola preta e
grande. Estava iluminada com uma luz azul.
O raposinho bateu levemente à porta como a sua mãe já lhe tinha ensinado.
- Boa noite.
Então lá dentro fez-se algum som e alguém abriu um bocadinho a porta. Uma linha de luz espalhou-se na
terra, na neve branca. O raposinho ficou surpreendido porque esta luz era radiosa, e enganou-se na mão que devia mostrar. Enfiou a mão contrária na porta.
- Venda-me umas luvas que sejam próprias para esta mão.
O dono da chapelaria ficou surpreendido e duvidou. Era a mão de um raposo. Um raposo estava a pedir-lhe para vender umas luvas? Estará a tentar enganar-me? - pensou o dono.
- Primeiro, pague - disse o dono.
O raposinho deu 2 moedas de cobre.
Depois de as receber, o dono tocou nas moedas verificando o material e pensou que eram moedas
verdadeiras. Tirou umas luvas pequenas de lã do armário e passou-as para a mão do raposinho. Dizendo obrigado, o raposinho retomou o caminho de volta.
"A mãe disse que os humanos eram perigosos e horríveis, mas não são. Ele viu a minha mão e não me fez mal nenhum." - pensou o raposinho. E, por curiosidade, quis ver como era "o humano" pois ele ainda não o tinha visto.
Passou perto de uma janela. Ouviu uma voz de humano. Que bonita, que simpática, que generosa é esta voz!
- Dorme, dorme, na minha mama, Dorme, dorme, nos meus braços...
O raposinho acreditou que esta voz era de uma mãe humana porque a sua mãe também cantava para ele
sempre que adormecia...
Depois ouviu uma voz de criança.
- Ó mãe, acho que, esta noite com este frio, os raposinhos na floresta estão a chorar."
Então ouviu a voz da mãe:
- Os raposinhos na floresta também estão na toca a adormecer ouvindo a canção de mãe. Dorme, amor. Quem é que vai adormecer mais rápido? Tu ou o raposinho?"
De repente, o raposinho lembrou-se da sua mãe e correu para a sua casa o mais rapidamente possível.
Tinha muitas saudades da minha mãe. Quero ver a minha mãe!
A mãe do raposinho estava à espera dele, preocupada, tremendo de frio. Quando viu que o seu filho se dirigia a ela, ficou muito alegre e deu-lhe um abraço muito apertado.
A mãe e o filho voltaram para a floresta. A lua já estava iluminando com a sua cor prateada.
- Ó mãe, não tenho medo nenhum dos humanos.
- Sim? Porquê?
- Eu... enganei-me na mão que devia mostrar, mas o dono da chapelaria não me prendeu. E deu-me estas
luvas muito confortáveis.
Dizendo isto, bateu palmas com as luvas. A mãe ficou pasmada e falou para os seus botões.
- Afinal os humanos são simpáticos?! Os humanos são bons?!
Isuzu Souma ou Rin
É uma garota muito bonita, o cavalo do zodíaco, sofreu muito na infância por ter sido rejeitada pelos pais. Seu apelido é Rin porque o último kanji de seu primeiro nome pode ser lido assim. Ela é muito ríspida, mas no fundo uma boa pessoa e como apresentado no volume 14 do mangá deixa Hatsuharu, pois achava que o sentimento que tinha por ele iria sufocá-lo, prendê-lo e então um dia iria se cansar dela e deixá-la para trás e também para que Akito não pudesse machucá-lo, pois Akito jogou-a de cima de um prédio ao descobrir que teve um caso com ele, e assim, não quer mais se envolver com Hatsuharu, mesmo amando-o muito ainda. Akito odeia Rin por motivos claros: ela se envolveu com um dos signos e é muito parecida com uma pessoa que ele odeia. Seu objetivo é dar um fim na maldição que envolve os doze signos, principalmente porque acredita que para achar a verdadeira felicidade de Haru, ele deve estar livre da maldição assim será mais feliz.No começo não gosta de Tohru, mas depois passa a gostar.Isuzu só aparece no mangá.
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